
FIM DE SEMANA
Ola pessoas, por aki soh chuva, mas o feriado naum vai ser desperdiçado.
Quinta feira passada minha mae viajou, só voltou nessa terça, a semana foi boa e o fimd melhor. Domingo fui na Bienal, adoro, minha irma soh keria ir embora qndo fechasse. Eu comprei Middle Earth, Aline e o Essencial de Stephen King, ela comprou uma pilha de livros, Raissa numerosas revistas e a Cintia alguns livros tbm. Assistimos uma palestra sobre drogas, com a Soninha, que era da MTV, adorei. Agora soh daki a 2 anos.
Voltei a assitir Dawson's Creek, era uma serie boa nos primeiros anos, dps que ficou enjoada parei, só queria ver o último episodio.
Em Desperate Housewives, finalmente essa semana vai ser a última reprise. A partir da semana que vem eles vão deixar a serie rolar.
Agora falando de Lost, abaixo a materia que a AXN divulgou sobre as atrizes brasileiras no seriado.
Pelo que dá pra perceber os posts estão esquisitos por causa da pontuação, quando tenho que por qualquer acento ou cedilha sai outra coisa, por isso nem tudo esta acentuado, mas em breve vou dar um jeito nisso, ou pelo menos tentar. Espero q esteje legível.

Saiba quem são as brasileiras em LOST
Atrizes brasileiras trabalham no seriado "Lost"
Pouca gente sabe, mas um dos maiores sucessos atuais da TV por assinatura, a série Lost, tem a participação de três atrizes brasileiras. Exibida aqui pelo canal AXN e gravada no Havaí, a produção tem Marjorie Mariano e Márcia Arbito atuando como figurantes fixas e conta ainda com a jovem Claudia Cox no papel de "stand in" e dublê das cenas de ação das protagonistas Evangeline Lilly (a assassina Kate) e Maggie Grace (a patricinha Shannon).
>
Enquanto as gravações da segunda temporada do seriado não começam, Marjorie Mariano, 41, descansa na casa de seus pais em São Paulo e aproveita a folga, que deve durar até o final do mês de julho. Viciada em sol e surfe, a paulistana vive há décadas fora do país, está há dois anos no Havaí e não quer mais saber de voltar a morar no Brasil. Assim como sua personagem na série, ela vive numa ilha e não sabe quando vai sair de lá. Aproveitando sua passagem por aqui, ela bate um papo com a coluna UOL VÊ TV e fala um pouquinho dos bastidores de "Lost". Leia a seguir alguns dos principais trechos dessa conversa:
Como você foi parar em "Lost"?
A primeira vez que eu estive no Havaí foi em 1992. Fui lá para praticar bodyboard e acabei me apaixonando por aquelas ilhas. Desde 2002 eu estou morando lá. Entre uma onda e outra, comecei a fazer participações como atriz e até mesmo tradutora em alguns filmes, comerciais e seriados de TV. Em 2003, quando a equipe do filme "The Rundown" (Bem-Vindo à Selva) veio rodar o filme na Amazônia, os técnicos foram vítimas de um terrível assalto e, assustados com a brutalidade do Brasil, os produtores transferiram os sets de filmagem para o Havaí. Eu trabalhei como dublê da Rosario Dawson e ainda a ajudei com o português, pois ela fazia o papel de uma brasileira. Foi assim que eu entrei no cast de uma agenciadora de artistas para figuração, "stand in" e extras.
Você está desde o primeiro episódio em "Lost"?
Participei do piloto, cujas gravações foram super-exaustivas, e nunca mais me desliguei do time fixo do seriado. A gente começou a rodar as primeiras cenas em abril de 2004 e a coisa toda durou umas três ou quatro semanas. Foi uma operação muito cara e muito complexa a gravação do primeiro episódio, com aquele enorme pedaço de avião queimando numa praia em pleno Havaí. Para interditar o local, a produção teve de pagar uma grana violenta.
E como é a rotina das gravações?
Nosso set fica no lado norte da ilha de Oahu. Normalmente, nós começamos a rodar numa terça-feira e terminamos na terça seguinte. Como cada episódio é dirigido por um profissional diferente, às vezes encavala de acontecer em um mesmo dia (às terças ou quartas) as últimas gravações de um episódio e as primeiras de outro. A gente rala, viu? Tem dia que eu chego lá no set às 6h e só saio às 22h ou até mesmo mais tarde. Meu núcleo é o dos sobreviventes que vivem na praia, portanto só atuo praticamente em cenas externas. Por causa dessas cenas externas todas, aliás, as gravações às vezes atrasam, pois no Havaí chove bastante em uma determinada época do ano. Não é como Los Angeles, onde as chuvas são uma raridade..
E o seu personagem faz exatamente o quê em cena?
Como eu já disse, meu núcleo é o dos sobreviventes da praia. No total, somos dez figurantes que já fomos incorporados à família de "Lost". Não tenho um nome e nem um personagem muito definido, mas já gravei cenas em que dialogo com a Shannon (Maggie Grace) e com o Sawyer (Josh Holloway). Minha expectativa é que o seriado fique bastante tempo no ar e que eles precisem incorporar novos personagens à trama. É aí que eu posso entrar. Els contam comigo, estou sempre lá. Digo que eu e minhas colegas, as demais figurantes, somos agregados da família "Lost", somos os filhos adotivos do núcleo principal, que é composto pelos 14 protagonistas. Desde o 15º episódio, nossos rostos passaram a ser focalizados e mostrados mais de perto dentro da série. Somos parte do elenco para valer. Tanto que, todo dia, eu tenho de ser maquiada para simular um ferimento no rosto.
E com que atores você se dá bem lá nos sets de gravação?
Tenho cinco amigos que considero mais queridos. O Terry O'Quinn (o ex-paraplégico John Locke) é sério, mas é ultra-simpático. O Harold Perrineau (Michael, o pai do menino que não larga de seu cachorro) é um doce, é a pessoa mais atenciosa com os colegas de set. O Dominic Monaghan (o roqueiro Charlie) é um palhaço, adora rolar na areia e é muito descontraído. Por fim, o Jorge Garcia (o gordão Hurley) e a Maggie Grace (a patricinha Shannon) também se enturmam bastante com a gente, são duas figuraças. Os mais concentrados são o Matthew Fox (Jack) e a Evangeline Lilly (a assassina Kate), que fazem mais cenas, precisam sempre estar concentrados e sofrem uma pressão maior. Eles só aparecem mesmo para rodar suas cenas, não se misturam. Ah, e tem ainda outros dois atores que às vezes são super simpáticos, mas em outras ocasiões ficam meio distantes e não dão bola para ninguém: o Naveen Andrews (o iraquiano Sayid) e o Josh Holloway (o vilão Sawyer). No geral, o clima ali émuito bom, todo mundo se dá bem com todo mundo.
E dá para sobreviver como figurante de seriado de TV?
Não posso reclamar de falta de grana. O trabalho em "Lost" é a minha principal atividade, mas exercito também várias outras das minhas habilidades para faturar uma graninha. Durante três meses por ano, sou instrutora de surfe de uma clínica sofisticadérrima de Oahu onde só mulheres se hospedam e se submetem aos tratamentos, a Kelea Surf Spa. Também atuo no setor de bufês e banquetes para eventos aqui no Havaí e, por fim, estou começando a mexer profissionalmente com fotografia. Sou múltipla.
De quais outros seriados você já participou?
Já atuei em "Baywatch", "My Wife and Kids" e, em "North Shore", posso ser vista na abertura, surfando.
E você pensa em trabalhar como atriz aqui no Brasil também?
Aqui no Brasil não tenho chances. Conheci muita gente num Festival de Cinema Brasileiro de Miami e admiro o trabalho de vários diretores e atores, mas não tenho muita ilusão de atuar na TV e no cinema por aqui. É claro que, se aparecesse um convite, eu iria analisar com todo o carinho, mas não esquento a cabeça com isso. Estou muito bem no Havaí e torço para que "Lost" ainda fique muito tempo no ar.
Quando você sai do Havaí, encara numa boa as viagens de avião?
Não fiquei nem um pouco traumatizada por causa do acidente de "Lost", não misturo as coisas da ficção com a realidade. O que me deixou traumatizada foram os atentados de 11 de setembro contra o World Trade Center e o Pentágono. Eles aconteceram de verdade. Por causa deles é que eu fico meio preocupada ao entrar num avião.
Para finalizar, qual é a sua teoria sobre "Lost"?
Como explicar uma ilha tropical que abriga ursos polares - um local onde, em pleno século 21, ninguém aparece para resgatar os sobreviventes da queda de um boeing cheio de americanos?
Na minha opinião, o avião realmente caiu, nós estamos lá, vivos, mas a ilha é uma coisa enorme. A gente ainda não viu nada, deve ter muito mais gente morando ali. Quanto às criaturas esquisitas, acho que foram alucinações coletivas, tem muita gente ali que está alucinando pesado. O estresse a que os sobreviventes foram submetidos foi muito violento, e isso propicia e explica de certa forma a ocorrência dessas alucinações. Além disso, a ilha também pode estar meio que numa espécie de Triângulo das Bermudas, uma zona desconhecida, uma coisa que fica do lado de lá de um Túnel do Tempo. Não vou estranhar se um dia desses aportar um pirata do século 18 ali na nossa praia. Todo dia é um surpresa, tanto para quem atua quanto para quem assiste!























